AMAR E QUERER
Amar é se doar-se ao outro, como a si mesmo.
Querer é ter o outro, mas sem se comprometer .
Amar é chorar com o outro.
Querer é chorar pelo outro
.
Amar é se entregar sem medo de ser feliz.
Querer é só se entregar , se o outro prometer felicidade.
Amar é sentir –se feliz com a alegria do outro
Querer é que o outra faça a nossa alegria
Amar é querer estar junto nos melhores e piores momentos.
Querer é só estar nos momentos que interessa
;
Amar é saber falar , ou calar no momento certo.
Querer é poder falar, sempre que achar que deve
.
Amar é saber sentir mesmo quando está longe.
Querer é estar longe , quando pensa que não sente.
Amar é querer viver pelo outro.
Querer é , que o outro nos de motivo para viver.
Amar e querer , aqui esta algumas diferenças.
E a maior é amar por prazer, e não sentir prazer em amar.
. MARCIA MEIS
terça-feira, 20 de abril de 2010
TARDES DE AMOR
TARDES DE AMOR
PASSAMOS MUITO TEMPO
BRINCANDO DE AMOR
NAS TARDES QUENTES DE VERÃO
FIZEMOS JURAS DE AMOR
MAS DEPOIS VEIO O OUTONO
E TUDO SE ACABOU
E TODAS AS NOSSAS JURAS DE AMOR
FOI COM UM VENTO , E SE PASSOU
MAS FICOU A SAUDADE
DESSE TEMPO QUE PASSOU
DAS NOSSAS TARDES DE VERÃO
DOS MOMENTOS LINDOS QUE MARCOU
JAMAIS VAR SER ESQUECIDO
AS LINDAS TARDES DE VERÃO
DAS PALAVRAS DITAS
COM VERDADES E PAIXÃO
MARCIAMEIS
PASSAMOS MUITO TEMPO
BRINCANDO DE AMOR
NAS TARDES QUENTES DE VERÃO
FIZEMOS JURAS DE AMOR
MAS DEPOIS VEIO O OUTONO
E TUDO SE ACABOU
E TODAS AS NOSSAS JURAS DE AMOR
FOI COM UM VENTO , E SE PASSOU
MAS FICOU A SAUDADE
DESSE TEMPO QUE PASSOU
DAS NOSSAS TARDES DE VERÃO
DOS MOMENTOS LINDOS QUE MARCOU
JAMAIS VAR SER ESQUECIDO
AS LINDAS TARDES DE VERÃO
DAS PALAVRAS DITAS
COM VERDADES E PAIXÃO
MARCIAMEIS
sábado, 17 de abril de 2010
O BEIJO
O BEIJO
O QUE É O BEIJO?
O COMEÇO DA UNIÃO?
O DESPERTAR DE UMA EMOÇÃO
O BEIJO PODE SER..........
QUENTE
SUAVE
APRESSADO
ATREVIDO
ROMANTICO
TIMIDO
O QUE É O BEIJO?
O COMEÇO DA PAIXÃO?
DO BEIJO DEPENDE TODA A EVOLUÇÃO
DO ROMANCE
DA PAIXÃO
QUE GOSTOSO É O BEIJO, NO CALOR DA EMOÇÃO
É NO BEIJO QUE SENTIMOS
O CALOR DO CORAÇÃO
QUE MISTÉRIO ESCONDE O BEIJO?
O BEIJO DA SEDUÇÃO
QUE DESPERTA NOS AMANTES
O FOGO E O TESÃO.
O QUE É O BEIJO?
O COMEÇO DA UNIÃO?
O DESPERTAR DE UMA EMOÇÃO
O BEIJO PODE SER..........
QUENTE
SUAVE
APRESSADO
ATREVIDO
ROMANTICO
TIMIDO
O QUE É O BEIJO?
O COMEÇO DA PAIXÃO?
DO BEIJO DEPENDE TODA A EVOLUÇÃO
DO ROMANCE
DA PAIXÃO
QUE GOSTOSO É O BEIJO, NO CALOR DA EMOÇÃO
É NO BEIJO QUE SENTIMOS
O CALOR DO CORAÇÃO
QUE MISTÉRIO ESCONDE O BEIJO?
O BEIJO DA SEDUÇÃO
QUE DESPERTA NOS AMANTES
O FOGO E O TESÃO.
domingo, 11 de abril de 2010
Abelhinha
Sobre a flor te vi chegando
Sobre a flor te vi pousar
Vi que estavas te esforçando
Para o pólen transportar
Que belo trabalho tu tens
Como sabes bem fazer
E o teu mel que e tão doce
Como podes tu saber?
Donde vem tua receita
Quem te ensinou assim
Com tamanha competência
Fazes até remédio pra mim
Alimentas reproduzes
Com o teu favo de mel
E te fazes gloriosa
A bater assas ao céu
Donde vem tão fino dote
Donde vem o perfeito amor
Que tiras somente a doçura
Sem nem mesmo magoar a flor
Tens tamanha nobreza
Pois podes fertilizar
O jardim o bosque e o pomar
Neste outono os frutos saborosos
Que nos, os seres humanos só queremos degustar
Erondina junckes
Sobre a flor te vi chegando
Sobre a flor te vi pousar
Vi que estavas te esforçando
Para o pólen transportar
Que belo trabalho tu tens
Como sabes bem fazer
E o teu mel que e tão doce
Como podes tu saber?
Donde vem tua receita
Quem te ensinou assim
Com tamanha competência
Fazes até remédio pra mim
Alimentas reproduzes
Com o teu favo de mel
E te fazes gloriosa
A bater assas ao céu
Donde vem tão fino dote
Donde vem o perfeito amor
Que tiras somente a doçura
Sem nem mesmo magoar a flor
Tens tamanha nobreza
Pois podes fertilizar
O jardim o bosque e o pomar
Neste outono os frutos saborosos
Que nos, os seres humanos só queremos degustar
Erondina junckes
terça-feira, 6 de abril de 2010
Encontrado um tesouro em nossa cidade
Hoje foi descoberto um tesouro de valor astronômico que estava escondido em nossa cidade há muito tempo. Todos nós desde crianças sonhamos encontrar um tesouro perdido. Descobrir um verdadeiro tesouro em tua própria casa certamente se tornará um acontecimento marcante para toda vida, e será motivo de conversas e retóricas por muitos anos
No ano de 1922, o arqueólogo inglês Howard Carter descobriu a tumba do Faraó Tutancâmon no Egito. E a partir daquela descoberta, outros tesouros maravilhosos para a humanidade foram encontrados. Todos os tipos de objetos que o Faraó iria precisar na eternidade ali se encontravam. Por mais estranho que pareça um dos mais preciosos foi um pente feito de osso
O valor do tesouro de Tutancâmon é imensurável, pois se refere a preciosidade dos objetos históricos ali encontrados. Como mensurar o preço de uma simples estatueta de barro em forma de gato encontrada na tumba? É impossível.
O que torna o tesouro descoberto em nossa cidade mais inusitado ainda, é que seu preço excede em muito o valor histórico do tesouro de Tutancâmon.
Nesse momento da descoberta, nosso desejo é que o tesouro seja descoberto na vossa casa, no vosso intelecto.
Olhe para os teus filhos enquanto dormem, preste atenção quando ao correrem suas perninhas pulam sobre obstáculos sem tocar no chão. Analise o doce olhar que anseia um abraço, um afago acolhedor.
Lágrimas vertidas, mescladas com alegria, pequenos sorrisos que transbordam nossos corações em ternura.
Esse preço vale também para os filhos mais velhos. Todos eles fazem parte do tesouro que possuímos. Tão próximos como um curto espaço do abraço.
Se você ainda não encontrou tal tesouro, ou já perdeu nas interseções dos relacionamentos, lembre-se que ele está à espera para ser descoberto ou mesmo desvendado na doce e emocionante aventura que se chama vida.
Talvez hoje você necessite pedir perdão. Mande as favas o teu orgulho! Aos ferrolhos todos dissabores passados! E não esqueça, existem duas palavras chave para que descubras esse inestimável tesouro. E estas só poderão ser pronunciadas por aquele que é o artífice do tesouro, ou seja, você mesmo.
Primeira palavra: Meu filho (a), Segunda: Eu te amo!
Por Marise Tribess Lages
No ano de 1922, o arqueólogo inglês Howard Carter descobriu a tumba do Faraó Tutancâmon no Egito. E a partir daquela descoberta, outros tesouros maravilhosos para a humanidade foram encontrados. Todos os tipos de objetos que o Faraó iria precisar na eternidade ali se encontravam. Por mais estranho que pareça um dos mais preciosos foi um pente feito de osso
O valor do tesouro de Tutancâmon é imensurável, pois se refere a preciosidade dos objetos históricos ali encontrados. Como mensurar o preço de uma simples estatueta de barro em forma de gato encontrada na tumba? É impossível.
O que torna o tesouro descoberto em nossa cidade mais inusitado ainda, é que seu preço excede em muito o valor histórico do tesouro de Tutancâmon.
Nesse momento da descoberta, nosso desejo é que o tesouro seja descoberto na vossa casa, no vosso intelecto.
Olhe para os teus filhos enquanto dormem, preste atenção quando ao correrem suas perninhas pulam sobre obstáculos sem tocar no chão. Analise o doce olhar que anseia um abraço, um afago acolhedor.
Lágrimas vertidas, mescladas com alegria, pequenos sorrisos que transbordam nossos corações em ternura.
Esse preço vale também para os filhos mais velhos. Todos eles fazem parte do tesouro que possuímos. Tão próximos como um curto espaço do abraço.
Se você ainda não encontrou tal tesouro, ou já perdeu nas interseções dos relacionamentos, lembre-se que ele está à espera para ser descoberto ou mesmo desvendado na doce e emocionante aventura que se chama vida.
Talvez hoje você necessite pedir perdão. Mande as favas o teu orgulho! Aos ferrolhos todos dissabores passados! E não esqueça, existem duas palavras chave para que descubras esse inestimável tesouro. E estas só poderão ser pronunciadas por aquele que é o artífice do tesouro, ou seja, você mesmo.
Primeira palavra: Meu filho (a), Segunda: Eu te amo!
Por Marise Tribess Lages
Poema de Edson Simon - Outra era
Onde andam minhas antigas amantes?
Não tão confortáveis quanto antes
Seus corpos noutra era
Era minha? quem me dera!
Minhas antigas amantes
Aprazem memórias
Como também as delas
As belas, as feras
Antigas amantes
Amor antigo dum instante
Sem tempo de amor bastante
Nem mesmo fotos na estante
Edson Simon
Não tão confortáveis quanto antes
Seus corpos noutra era
Era minha? quem me dera!
Minhas antigas amantes
Aprazem memórias
Como também as delas
As belas, as feras
Antigas amantes
Amor antigo dum instante
Sem tempo de amor bastante
Nem mesmo fotos na estante
Edson Simon
segunda-feira, 29 de março de 2010
Autoajuda em depressão
O segmento de livros destinado a animar e a motivar deixou de ser o motor do mercado. A hora é dos contadores de história
"Tenha sonhos menores" ou "Contente-se com menos, bem menos" seriam títulos adequados para a atual fase do mercado de livros de autoajuda. Eles passam por um momento de vendas um tanto deprimidas, em comparação com a esfuziante metade da década, de seguidas tiragens na casa dos milhões e confiança inabalável a respeito do próximo sucesso. O reinado da autoajuda ganhou um concorrente sério no final dos anos 90, após o lançamento do primeiro volume da série Harry Potter. Em 2009, ocorreu a virada. Bruxos e vampiros tomaram a tarefa de liderar o crescimento do mercado editorial no Brasil.
A maioria das editoras e livrarias contava com a autoajuda como principal força para engordar esse número. A confiança nas fórmulas fáceis de incentivo tinha bons motivos para existir. Sucessos como O segredo (2007) e o monge e o executivo (2004) venderam respectivamente, mais de 1,8 milhão e 2,3 milhões de exemplares desde o lançamento. No ano passado, algo mudou.
O segmento de autoajuda fechou 2009 com um humilde sexto lugar em crescimento, atrás de títulos infantojuvenis, ficção, ciências humanas e sociais, literatura e religião (as livrarias diferenciam "ficção", as obras de autores não consagrados, da "literatura", produzida por autores renomados).
Mas a hipótese mais defendida para explicar a perda de ânimo com a autoajuda ainda é a mais simples: saturação. Nos últimos anos, viu-se uma correria das editoras para esse gênero. O que se vê agora é uma ressaca, por causa da oferta excessiva de títulos. A abundância de títulos com propostas similares teria cansado o leitor. Depois do terceiro volume, o leitor te a sensação de dejá-vu, de que é tudo igual.
Outra explicação possível é a infidelidade do leitor de autoajuda. Não há pesquisas amparando essa hipótese, mas alguns empresários acreditam que quem gosta de nomes da literatura - como José Saramago ou João Ubaldo Ribeiro - tende a procurar novas obras deles sempre que possível. A autoajuda atenderia a uma necessidade momentânea, como uma crise sentimental ou profissional.
O mercado editorial convive bem com a alternância de modas. Era natural que a autoajuda, em algum momento, perdesse espaço para outro fenômeno. Isso não quer dizer que ela nunca volte ao topo ou que tenha virado mau negócio. Quer dizer, apenas, que o segmento terá de se contentar, por enquanto, com uma posição mais humilde.
Fonte: Revista Época 22 de março de 2010
"Tenha sonhos menores" ou "Contente-se com menos, bem menos" seriam títulos adequados para a atual fase do mercado de livros de autoajuda. Eles passam por um momento de vendas um tanto deprimidas, em comparação com a esfuziante metade da década, de seguidas tiragens na casa dos milhões e confiança inabalável a respeito do próximo sucesso. O reinado da autoajuda ganhou um concorrente sério no final dos anos 90, após o lançamento do primeiro volume da série Harry Potter. Em 2009, ocorreu a virada. Bruxos e vampiros tomaram a tarefa de liderar o crescimento do mercado editorial no Brasil.
A maioria das editoras e livrarias contava com a autoajuda como principal força para engordar esse número. A confiança nas fórmulas fáceis de incentivo tinha bons motivos para existir. Sucessos como O segredo (2007) e o monge e o executivo (2004) venderam respectivamente, mais de 1,8 milhão e 2,3 milhões de exemplares desde o lançamento. No ano passado, algo mudou.
O segmento de autoajuda fechou 2009 com um humilde sexto lugar em crescimento, atrás de títulos infantojuvenis, ficção, ciências humanas e sociais, literatura e religião (as livrarias diferenciam "ficção", as obras de autores não consagrados, da "literatura", produzida por autores renomados).
Mas a hipótese mais defendida para explicar a perda de ânimo com a autoajuda ainda é a mais simples: saturação. Nos últimos anos, viu-se uma correria das editoras para esse gênero. O que se vê agora é uma ressaca, por causa da oferta excessiva de títulos. A abundância de títulos com propostas similares teria cansado o leitor. Depois do terceiro volume, o leitor te a sensação de dejá-vu, de que é tudo igual.
Outra explicação possível é a infidelidade do leitor de autoajuda. Não há pesquisas amparando essa hipótese, mas alguns empresários acreditam que quem gosta de nomes da literatura - como José Saramago ou João Ubaldo Ribeiro - tende a procurar novas obras deles sempre que possível. A autoajuda atenderia a uma necessidade momentânea, como uma crise sentimental ou profissional.
O mercado editorial convive bem com a alternância de modas. Era natural que a autoajuda, em algum momento, perdesse espaço para outro fenômeno. Isso não quer dizer que ela nunca volte ao topo ou que tenha virado mau negócio. Quer dizer, apenas, que o segmento terá de se contentar, por enquanto, com uma posição mais humilde.
Fonte: Revista Época 22 de março de 2010
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